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O limite para tecnologia não virar problema

O progresso da tecnologia trouxe, sem dúvida, melhorias para os mais variados segmentos da sociedade. Na educação, por exemplo, permitiu que pessoas que moram distantes, no interior, pudessem aprender a distância, utilizando para isso um computador ou até mesmo um celular com acesso à internet.

Mas qual é o limite para que a tecnologia na educação não se torne um problema? Talvez algumas pessoas já tenham se feito essa pergunta. Aqui, tentamos respondê-la com base em uma pesquisa que fizemos. Confira!

Tecnologia e educação

 

Para alguns pensadores, a tecnologia é o marco deste século, pois atinge o seu mais alto desenvolvimento. Na educação, pessoas estudam utilizando, por exemplo, tablets, iPads, celulares e computadores.

Elas baixam documentos em PDFs e até mesmo livros completos online, tudo isso para aprimorar seu conhecimento e fazê-las, assim, se destacarem em seu meio de atuação.

Outras, como dissemos, acessam salas virtuais, assistem a conteúdos interativos, leem textos fornecidos pelo curso online que faz e até mesmo participam de debates ou fóruns digitais, onde podem colocar em cena suas posições ou opiniões acerca de assuntos que atravessam o mundo.

Até aqui só coisas positivas. Mais ainda: a tecnologia é um alento para os autodidatas, pois estes não se sentem obrigados a frequentar a sala de aula presencial para aprender, como assim muitos fazem.

No entanto, a tecnologia pode ser um problema para a educação, caso o limite do bom senso seja ultrapassado. Ocorre que ficamos tão encantados com as maravilhas do progresso tecnológico que acabamos não enxergando certas problemáticas. A seguir, apresentamos isso melhor.

Tecnologia e educação: uma boa parceria?

 

Quando a tecnologia é utilizada para tirar do aluno a oportunidade de aprender com base em esforço próprio, ela se torna um problema. Hoje, muitos estudantes se valem da tecnologia para facilitar a sua vida na hora de fazer trabalhos e atividades de classe. Isso retrai, de certo modo, a sua capacidade criativa e pode influenciar, negativamente, em sua formação.

Tanto isso é verdade que diversos professores têm se queixado de trabalhos que não trazem nenhuma originalidade na forma de pensar ou construir o pensamento. Nesse sentido, Hugo Cunha Lança, professor do Instituto Politécnico de Beja, observa, até certo ponto, a tecnologia como algo positivo, mas também negativo se buscarmos considerar questões como o crescimento do plágio nos últimos anos.

Outro ponto merece ser destacado. Com o avanço da tecnologia na educação, fala-se muito em tirar do professor o papel de ensinar, o que pode ser um problema, sobretudo para aquelas pessoas que precisam de apoio para compreender temas ou assuntos complicados.

O professor é um facilitador do processo de ensino-aprendizagem e cumpre um papel fundamental na formação do pensamento do aluno. Quando a tecnologia se coloca como substitutiva, vira um problema. Ela deve e precisa ser utilizada como auxílio no processo educacional, portanto, não pode substituir as operações que são fundamentais para o crescimento dos discentes, como é o caso do ensino.

Pensar de forma equilibrada educação e tecnologia é fundamental para não cairmos nos extremos. A tecnologia, como dissemos, se apresenta como uma solução de suporte essencial para melhorar o processo educacional, mas quando se coloca como substitutiva, pode virar um problema.

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