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Tendências para a educação em 2017

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Uma educação estagnada, que adota sempre as mesmas metodologias e abordagens, não tem razão de ser.

Afinal, além de transmitir os conteúdos, as escolas e universidades também auxiliam na formação do indivíduo como um todo, preparando-o para se relacionar com o mundo ao seu redor. E já que o mundo está em constante mudança, a educação também está.

Leia a seguir quais são as principais tendências do segmento para 2017.

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O estudo, intitulado “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro de 2012 a 2017: Uma Análise Regional do NMC Report”, foi realizado por 30 especialistas em educação e o objetivo foi justamente antecipar as tendências educacionais desse ano.

É possível resumi-las em duas grandes vertentes: tecnologia e empreendedorismo.

Um dos principais resultados apontou para o uso da tecnologia. Qualquer colégio ou universidade que ainda trabalhe nos mesmos moldes do século XX precisa se atualizar.

Os próprios estudantes estão desenvolvendo novas formas de aprender, relacionadas aos meios digitais e à interatividade. Isso significa que usar essa abordagem pode tornar o aprendizado muito mais eficiente.

Outra tendência, que também está relacionada à tecnologia é o crescimento das práticas de educação a distância (EaD). Isso se dá de duas formas: o aumento da oferta de cursos realizados completamente à distância e da carga horária de atividades online nos cursos presenciais.

Os avanços tecnológicos permitem que a experiência do aluno estudando a distância seja cada vez mais enriquecedora. Dependendo de como os professores conduzem esse tipo de atividade, ela pode trazer até mais benefícios do que a educação presencial!

A internet conta com uma gama de recursos muito maior do que a combinação quadro e giz pode proporcionar.

Naturalmente, é necessário que as instituições de ensino invistam na capacitação dos seus professores ao longo de 2017 e dos próximos anos que virão. Assim, eles estarão preparados para lidar com toda essa tecnologia em sala de aula (física ou virtual).

O empreendedorismo também vai estar em voga nesse ano nos espaços educativos. É comum dizer que, atualmente, empreender é o zeitgeist, ou seja, é algo que faz parte da cultura da nova geração. Na educação, tal como a tecnologia, aplica-se de diferentes maneiras:

• O educador pode investir em plataformas online de reforço e troca de conhecimentos, procurando parcerias com programadores. Ao administrar essas ferramentas, não necessariamente ele precisa atuar como professor, mas sim como empreendedor mesmo.

• Os alunos são orientados a desenvolver sua mentalidade como gestores. Dentro das disciplinas, os estudantes são incentivados a colocar a criatividade para funcionar, planejando seus próprios negócios e colocando-os em prática em atividades experimentais.

A educação para o empreendedorismo deve se tornar cada vez mais forte, porque abre novas perspectivas de futuro para os alunos. Se um estudante já sai da educação básica sabendo que gostaria de ter o seu próprio negócio no futuro, pode começar a se programar para isso mais cedo, desde o início do Ensino Superior.

O fortalecimento do modelo start-up é um dos responsáveis para que o empreendedorismo entrasse em alta nas escolas e faculdades.

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